segunda-feira, junho 12, 2006



Que grande barrete! Conversei com o italiano. Estudante de intercâmbio de economia. De Milano. Passei-lhe os 60 dólares e apesar da bicicleta ao longe me ter parecido algo para o velhota, tive vergonha de me pôr a vistoriar ou a discutir o preço.
Devo ter ficado com o traste mais velho de São Francisco. Chia. Os pedais gemem. As rodas estão tortas. Os pneus apresentam altos e baixos. O sistema de mudanças é o mais arcaico que me lembro de ter visto e não funciona. Os travões são pura invenção. O selim está demasiado alto e não tem alavanca para ajustar (só com ferramenta...). O regresso a casa foram 30 minutos para fazer 5 km, a insultar-me a mim próprio por ter comprado aquela droga... Por ter sido cobade para dizer que não!!! Cheguei mesmo a pensar deixar a bicicleta no caminho... Uma coisa é certa. Não preciso de aloquete pois ninguém vai roubá-la. Posso até aproveitar para colocar um copinho e ainda ganho umas gorjetas à custa da piedade americana!
Vou colocar à venda na Craig´s List. A bike is a bike. This is a charming old bike!!!!!!!!!! E coloco a fotografia dos tempos do cinema mudo. Aceitam-se outras sugestões.

Vi o jogo de Portugal num restaurante mexicano, com empregados a exibir orgulhosamente a camisolinha mexicana. Na rua ainda passaram uns carros a buzinar com bandeiras mexicanas. Estava acompanhado de portugueses e brasileiros. Gremistas. E o que fico impressionado é com a admiração, quase veneração que eles dedicam ao Scolari, ou sargentão... Fico forçado a dar-lhe o benefíicio da dúvida!!! 

Ganhámos, é o que interessa. Apesar de termos jogado com 9 contra 11. O senhor 20 milhões esteve ao nível esperado. E aquele outro de Estugarda, estava a jogar por Angola, certo? O Nuno Valente também muito fraquinho...

domingo, junho 11, 2006

Quem diria? Concordo até à vírgula, isto é no conteúdo e na forma, no discurso do nosso presidente... Já estou farto da história do Estado e dos outros! Está na altura de enfrentar o touro pelos cornos... E deixarmos de lado o nosso egoismo intrínseco e a nossa preocupação exclusiva com o umbigo, com os centros comerciais, com telemóveis  da 3a geração, com os saldos, com os Morangos com Açucar e com comédias românticas ou filmes de acção... Estava na altura de voltarmos a ter uma sociedade civil politizada, preocupada, interventiva e sobretudo com capacidade mobilizadora...

O pequeno almoço/almoço/lanche ao fim de semana é muito simples. Num destes cafés da redondeza, preferencialmente no Cole Valley, num pátio ou esplanada... Um sumo de laranja. Um cafe latte duplo. E uma bagel with cream cheese... Não temo ser pouco imaginativo e enjoar... Ouço o Ipod ou bom jazz e blues. Folheio um livro e tento estudar... O que só começa a ser produtivo quando o café começa a circular, pena que, numa altura em que o meu grau de enfado para com a matéria me obriga a mudar de ares.

Hoje acordei e fui às compras. De uma assentada quatro CDs usados na Amoeba. Entretanto enquanto ia distraído a passear pela rua, reparando nas vendas de garagem, nas recordações que vão deixando nas esquinas, num graffiti que uma artista terminava, nas vendas de bolos em que algumas amigas procuram uns trocos, nos diferentes idiomas que os miúdos falam, nos vários grupos que tocam todo o tipo de instrumentos e estilos musicais nas esquinas, na loja de roupa usada, em que um DJ actuava com os seus pratos e a música barulhenta.... surge um grande grupo de ciclistas, na sua maioria, com idades superiores aos 40-50 anos, com o seu capacete de proteção mas mais nada. Pelados. Uma ou outra tatuagem. Uma ou outra inscrição de protesto contra o Bush. Eventualmente com uma mochilita às costas. Mas de resto, como vieram ao mundo... Bom talvez um pouco mais morenos, flácidos e descaídos!!!

Já vou ter nova bicicleta. 60 dólares. Vou encontrar-me amanhã com um italiano para fazer a troca. Depois do jogo de Portugal. Vantagens da Craig's List. Uma enorme página de classificados na net. Onde se compra e vende tudo. E como percebem, quando se diz tudo, em São Francisco, é mesmo tudo...

sábado, junho 10, 2006

Para um realizador republicano, nao esta' mal



Ma Joad: Rich fellas come up an' they die, an' their kids ain't no good an' they die out. But we keep a'comin'. We're the people that live. They can't wipe us out; they can't lick us. We'll go on forever, Pa, 'cause we're the people.
Tom Joad: I'll be all around in the dark. I'll be everywhere. Wherever you can look, wherever there's a fight, so hungry people can eat, I'll be there. Wherever there's a cop beatin' up a guy, I'll be there. I'll be there in the way guys yell when they're mad. I'll be there in the way kids laugh when they're hungry and they know supper's ready, and when people are eatin' the stuff they raise and livin' in the houses they built, I'll be there, too.


Uma das mais marcantes cenas da história do cinema. Ou Cinema, como quiserem.

Tempo de Verao em Frisco

Por comparação aos calores de Portugal, o tempo de São Francisco até tem estado muito bom... O Sol tem dado ares da sua graça. E o famigerado nevoeiro aparece apenas a espaços. Apesar disso, senti-me obrigado a ligar hoje o aquecedor!!! Catorze graus dentro de casa é um pouco desagradável...

Uma vez que não tenho tido acesso ao vivo, passei parte da tarde de ontem a ver vídeos antigos dos melhores momentos de alguns craques do futebol. Na Net. Assisti deliciado a um conjunto de lances e golos, ao desafio, de Maradona, Zidane e Ronaldinho. Os dois primeiros enchem-me as medidas. Para quem gosta de futebol como eu, algumas daquelas jogadas são extraordinárias, pela técnica, pela inteligência, ou simplesmente classe... Gostar de futebol não é politicamente correcto. Ou intelectualmente muito apelativo. Sobretudo se confundido com o pirosismo quase pirotécnico televisivo, com o histerismo bacoco e o folclore da bandeirinha... Mas rever alguns daqueles golos dá-me tanto prazer com ler um bom livro, ouvir uma grande música ou assistir a um belo por do sol. Chamem-me bronco!!!


Fiquei contente com a vitória do Equador! Foi dos países que visitei que mais me marcou. Bonito, eclético, desconhecido, do calor húmido da Amazónia equatoriana, aos cones perfeitos e gelados dos seus vulcões, das faces marcadas e tristes do povo quechua, à sua profunda tristeza e dignidade, da vegetação luxuriante, à subida ao Fuya Fuya, não esquecendo nunca o pôr de sol mais extraordinário que assisti, em silêncio, sentado numa canoa da grande lagoa Cuyabeno... Fico contente por um povo que é tremendamente subjugado, uma vez que apesar de constituir mais de 80% do total, é dominado por uma classe branca de 5%...

Para quem tiver saudades dos tempos do Leonard Cohen crú, seco, que construía pérolas cortantes e dilacerantes apenas com a beleza da voz... Para os puristas de Cohen, do seu Chelsea Hotel, Bird on a Wire, The Partisan, Famous Blue Raincoat, há esperança... Recomendo vivamente Simon Joyner e o álbum Hotel Lives.

sexta-feira, junho 09, 2006

Hoje na sala de leitura, num momento em que os exames já tinham sido discutidos (e eu dados os meus palpites...), e os fellows ditavam os relatórios (que aparecem transcritos 10 minutos, repito DEZ MINUTOS depois!!!) aproveitei o meu computador e o novo Google Vídeo para me divertir. Imaginem-me com auscultadores, perdido de riso, com os fellows a olharem para mim e... a não perceberem obviamente nada...

Para quem ainda não viu, uma verdadeira pérola


Concerto das manas Cocorosie. Precedidas pelos franceses Spleen, que também as acompanharam em muitas das músicas das americanas. Um dos músicos franceses era daqueles moços de boné com a pala para trás da cabeça, e que fazia todos os sons possíveis e imaginários com a boca. Desde batida rap à voz metálica do Darth Vader.
ESPECTACULAR. Adorei... A sala estava cheia. Com todo o tipo de gente possível. Desta vez com muitas raparigas bonitas na plateia. E o concerto foi excelente. Não houve qualquer música que não me tenha enchido as medidas...

O post tem que ser curto pois ainda tenho que me concentrar em preencher a minha folha dea apostas... O pontapé de saída está quase... Sábado irei ver o futebol de samba com os brasileiros cá do sítio. Domingo é a vez de me juntar com os portugueses.

quinta-feira, junho 08, 2006

Jantar com o staff de Abdominal Imaging. Basicamente, o jantar de fim de ano.., Uns fellows preparam-se para ir e outros para entrar ao serviço. No fundo grande parte do trabalho depende deles. Eles é que partem a pedra e expoêm-na para depois os especialistas estabeleceram as conclusões ou impressões finais... E depois têm que rever os casos todos e ditá-los. Na maioria das vezes parecem máquinas, sem necessidade de parar para ir tomar um café, almoçar ou confraternizar. Nesse aspecto penso que lhes poderíamos dar umas lições. E não falo com sarcasmo e ironia. Se algo que gosto no trabalho do São João, é dos amigos que fiz. E para isso é preciso tempo, é preciso convívio para dar e para receber. Sem que isso impeça que se seja profissional ou se faça um bom trabalho.

Voltando ao jantar, a prova de vinhos valeu a pena, mas sobretudo a entrada de pato e o fillet mignon estavam deliciosos. Divinais mesmo. Nem a dona Manuela conseguiria algo tão bom (bem, talvez o frango de cabidela...) Sentámo-nos à mesa às 6 da tarde e durou até às 10 horas. Horários gringos. Mas gostei. Valeu a pena. Estava ao lado do Josh e do Mathew, velhos conhecidos para quem acompanha o blog...
PS: O meu chefe estava do outro lado da mesa... Não, ainda não sei se eu tinha razão ou não. Mas um fellow a conversar comigo considerou que ele foi arrogante e demasiado sarcástico... Sempre me deixou mais descansado!

quarta-feira, junho 07, 2006

Íntima fracção é um dos clássicos da rádio portuguesa. Tem um historial de mais de 30 anos de emissões. Durante muitos anos nas noites de domingo para segunda na TSF. Com a melhor música de genérico (não sei como descrever melhor) que conheço entre os programas de rádio... Continuo a ouvir, também em versão Podcast. Ontem foi um programa em cheio. Não conhecia nenhum dos "artistas", à excepção de Lambchop. Mas tinha pelo menos 4 músicas daquelas que nos agarram e sacodem violentamente, que se colam à pele e nos obrigam a ouvir insistentemente. O que num programa de 57 minutos é um feito!
Assim, as músicas destes 4 ilustres desconhecidos (para mim) conquistaram-me:
Lafradford : Soft return
Honeyroot : Love will tear us apart
Simon Joyner : Flying dreams
Joseph Arthur : A smile that explodes

O Mundo Sem as Mulheres - Arnaldo Jabor

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra que?
O sujeito quer ficar famoso pra que?
O indivíduo malha, faz exercícios pra que?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem,
para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
O dito está envelhecido.
Hoje eu diria que "na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida,ficou na frente de todos os homens. E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua.
Só homens. Já pensou? Um casamento sem noiva?
Um mundo sem sogras? Enfim, um mundo sem metas.

Arnaldo Jabor

terça-feira, junho 06, 2006

Hoje tive uma discussãozita com o chefe. Eu achava uma coisa num doente e ele outra. Ou melhor, ele dizia que eu poderia ter razão no diagnóstico, mas que não tínhamos dados para afirmar isso. Penso que intelectualmente ele estava a ser mais honesto que eu. Eu tinha sobretudo uma intuição e continuo a achar que o diagnóstico que propunha estava certo. Ele perguntou-me o que é que eu faria. Eu disse-lhe que em Portugal eu tentaria convencer os cirurgiões a ir ao bloco.
Ele não os tentou convencer mas explicou-lhes os diferentes dados do problema. Penso que decidiram operar a doente. Não sei se amanhã saberei se tinha razão ou não. Mas apesar de ter ficado irritado com a sua alergia às minhas sugestões, dado que não é a primeira vez, acabo, à posteriori, por admitir que ele está mais certo que eu. E que apesar de admitir um diagnóstico como possível, não se deixou levar por algum entusiasmo e manteve-se agarrado aos dados mais objectivos. Fiquei a admirá-lo por isso. E pedi-lhe desculpa pela minha teimosia e insistência. Fiquei sem saber se ficou aborrecido pelo confronto de opinião... 
Espero que a doente tenha mesmo aquilo que afirmei. Porque era uma doente com um risco cirúrgico elevado. E porque sempre atenuava a minha teimosia. 

Esta semana temos uma nova pessoa na Abdominal Imaging. Uma ex-fellow do ano passado, que veio trabalhar voluntariamente de Los Angeles, para ajudar a cobrir a falta de um especialista esta semana. Trabalho das 8 às 17h. Sem um tostão. Bem, um jantar amanhã... Conseguem imaginar? E se acrescentar que para além de simpática, é bonita? Ou que para além de bonita, é simpática?

Não há residente que se preze que não beba uma daquelas garrafinhas de água milagrosa, com cores vivas e quase chocantes, com azul eléctrico, rosa choque ou laranja vivo. São águas aleagadamente vitaminadas e possivelmente miraculosas.

Comprei uma garrafa no supermecado e bebi de uma assentada. Espero agora a qualquer momento uma explosão da massa muscular, uns biceps bem torneados, o desaparecimento da barriguita, uma altura de 185 mm, no mínimo, um raciocínio mais apurado, uma visão raio X e uma audição felina... Já pensei mesmo comprar roupa de avanço, para não ser apanhado desprevenido.

Afinal é fácil ser super-herói. A quantidade de garrafinhas, de refrescantes e suminhos, barras energéticas, chocolates vitaminados, aditivos naturais é tal que só podemos mesmo ser super-atletas. Só tenho medo é de ficar loiro!!! 

domingo, junho 04, 2006

Pior do que roubarem a bicicleta no todo ou por partes, foi ter escrito acento em vez de assento... Podia ter escrito selim... Mas depois viria a piadinha fácil!!!



Servindo também para desanuviar... Falta menos de um mês!!! E não vou precisar de qualquer bicicleta, muito menos cadeado.

Buried Bones - Tindersticks. Sempre ajuda um pouco. Ou Joanna Newsom.

A escumalha atacou de novo. Agora levaram o resto da bicicleta!!! A história é simples. Tive que me levantar muito cedo pois tinha um curso de kayak no mar. Era do outro lado da baía, em Sausalito, o que obrigava a apanhar um autocarro a 2,6km de casa. Por isso decidi ir de bicicleta, ainda sem selim. Estacionei-me e tranquei o aloquete, passando inclusivamente pelas duas rodas. Não tiveram mais, levaram tudo.

Vá lá que o dia foi muito bom. O kayak foi giro, estava um tempo espectacular, estou entre o tostado e o rosado, e toda a envolvência era fenomenal, tendo terminado mesmo junto à baia de São Francisco, mas do lado norte, vendo-se toda a cidade, as diferentes ilhas e imensos barcos, a maioria veleiros. Depois fomos jantar às seis da tarde, numa esplanada com o mesmo panorama. Excelente.

O resto já sabem...

Como não podia deixar de ser, também existe escumalha em São Francisco. Depois do concerto do Mark Kozelek, este sábado, fui obrigado a voltar para casa de bicicleta, sem acento (e sem suporte para o acento...). Foram vários km sempre a pedalar em pé, a forçar um pouco o joelho, que até se foi portando bem...

Mais do que o esforço e a sensação de que algo que é nosso nos foi tirado, um roubo tira sempre alguma da nossa liberdade pessoal, pois limita-nos e condiciona-nos muitas vezes no futuro. Eu que andava em lua de mel com a bicicleta, que me dava uma sensação de liberdade incrível, não tendo que fazer contas aos transportes públicos e ficando com a sensação do dever cumprido em termos de esforço e mesmo de fisioterapia, vou ter que pensar duas vezes antes de voltar a pedalar e deixar a bicicleta com cadeado a prender o chassis e as duas rodas. Se mesmo assim foi o que foi...

sábado, junho 03, 2006

Um iluminado...

Concerto sexta à noite. Um pouco para o fiasco. Muitos freaks entre o público. Os tipos mais normais ainda eram os que tocavam... Aqui por estas bandas é habitual as pessoas conversarem imenso durante o espectáculo, quase aos berros, o que é uma vantagem adaptativa para os grupos mais barulhentos. À entrada é-nos exigida a apresentação de um cartão de identificação com a data de nascimento, para que se possa consumir bebidas alcoólicas e somos carimbados num dos pulsos. É a forma de eles controlarem as entradas e saídas daqueles que têm de andar fora e dentro para uns segundos apressados de tabaco... Claro que o cheiro a charro no interior é bastante acentuado, mas isso serão pormenores. Depois é uma mistura de um bar com uma pequena sala de espectáculos...

Primeiro a pneumonia, depois umas manchas na pele. Depois a fototerapia. Agora uma apendicite. Já só falta ficar grávida outra vez... As melhoras, Dra Lina

sexta-feira, junho 02, 2006


Por aqui vamos brincar às apostas. São dez dólares para todo o campeonato do mundo. Entre portugueses, belgas, franceses, americanos. Apostamos todos os jogos. Com bonificação se se acertar o resultado exacto e o vencedor final...
A contagem decrescente para a "bola" já começou há muito! Decrescente ou descrente, não sei...

If you are not living life on the edge, you're taking up too much space...
Cito uma citação de um dos residentes de cá, que convida toda a gente da radiologia a deixar-se "levar" pela salsa e merengue depois do exame da especialidade. Dentro de duas semanas. Pelos vistos haverá cursos e tudo. É altura de dar a vez e convidar o Zé Miguel a vir para cá saracotear...

quinta-feira, junho 01, 2006

Dia Mundial da Criança...


Dedicado à Maria e, já agora, à criançada do serviço... com ou sem secretária

Um homem estátua a fazer o pino, segurando-se através de uma garrafa de cerveja, com o gargálo também ele de cabeça invertida!